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Famílias Maggi e Pagot seriam mafiosas

Reportagem do Correio mostra famílias Maggi e Pagot como mafiosas

João Negrão, de Brasília

Uma reportagem de quase meia página do Correio Braziliense deste domingo mostra a trajetória das famílias Maggi e Pagot, que teriam construído suas riquezas cometendo uma série de crimes. Com base numa investigação do Serviço de Informações da Polícia Federal nas décadas de 60 e 70, a matéria descreve os familiares do senador Blairo Maggi (PR) e do diretor-geral afastado do Dnit, Luiz Antonio Pagot, como uma organização criminosa.

Entre os crimes apontados estava roubo de terras de pequenos agricultores, “compra” de vereadores e até tráfico de drogas. “Os documentos, obtidos com exclusividade pelo Correio, revelam que a relação entre o senador mato-grossense e o diretor afastado é de longa data. É hereditária”, informa a reportagem. O jornal diz que “o grupo investigado pela PF era capitaneado por André Maggi, pai do parlamentar e já falecido, e pelo ex-prefeito de São Miguel do Iguaçu, Ferdinando Felice Pagot, pai de Luiz Pagot, que protagonizou a crise instalada nas últimas semanas no Ministério dos Transportes”. A cidade foi para onde migraram as duas famílias (Maggi e Pagot), no início dos anos 60. A matéria menciona vários despachos da Polícia Federal. Num deles informa: “O grupo Maggi é formado por capitalistas que continuam fazendo reuniões secretas onde são vinculados (sic) que os mesmos já dispõem de 800 mil cruzeiros para comprar oito vereadores através do voto”. Mais adiante, ainda conforme o Correio Braziliense, outro informe sobre André Maggi e suas atividades no oeste do Paraná: “Conseguiu ficar rico e ludibriar tomando terras do cidadão Joes Fabris”. O pai de Blairo, segundo o Correio, “virou vereador e presidente da Câmara de Municipal de São Miguel Iguaçu. O segundo prefeito da cidade foi seu primo, Nadir Maggi”.

Ex-governador mato-grossense por dois mandatos e senador desde fevereiro deste ano, Blairo Maggi não foi localizado neste domingo para comentar a denúncia, assim como Luiz Pagot. Famílias de Pagot e Maggi estavam em grupo investigado pela PF nos anos 70. No início da década de 1970, o Serviço de Informação da Polícia Federal demonstrava preocupação com um grupo que definia como criminoso no oeste do Paraná. Mais precisamente em São Miguel do Iguaçu, a poucos quilômetros de Foz do Iguaçu. A organização, segundo registros da época, roubava terras de pequenos agricultores, comprava vereadores e se envolvia com o tráfico de drogas. Os documentos, obtidos com exclusividade pelo Correio, revelam que a relação entre o senador Blairo Maggi (PR-MT) e o diretor afastado do Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit) é de longa data. É hereditária. O grupo investigado pela PF era capitaneado por André Maggi, pai do parlamentar, e pelo ex-prefeito da cidade Ferdinando Felice Pagot, pai do funcionário do Dnit que protagonizou a crise instalada nas últimas semanas no Ministério dos Transportes.

“O grupo Maggi é formado por capitalistas que continuam fazendo reuniões secretas onde são vinculados (sic) que os mesmos já dispõem de 800 mil cruzeiros para comprarem oito vereadores através do voto, pois um já é deles, João Batista de Lima, que é despachante do Detran e foi eleito anteriormente usando documentos do Detran e outras promessas”, revelam os despachos dos agentes do serviço de informação, que acompanharam de perto a rotina dos políticos e dos empresários da cidade entre 1969 e 1979. Os documentos narram ainda a aprovação de uma lei na Câmara de São Miguel do Iguaçu em março de 1976, com a finalidade de atualizar o sistema tributário do município. Os únicos beneficiários seriam André Maggi, Arlindo Cavalca, Ferdinando Felice e mais seis moradores. Cavalca é fundador da empreiteira Cavalca, que aumentou em mais de 1.000% o valor dos contratos com o Dnit entre 2009 e 2010, conforme revelou o Correio. Segundo a PF, a organização era composta por membros do extinto PTB gaúcho e contava com a colaboração do vereador eleito João Batista de Lima. “Há fontes que dizem que João Batista participa de reuniões secretas realizadas na casa de Ferdinado Felice Pagot e André Antonio Maggi”, dizem os agentes, completando que o parlamentar recebia propina. “Esse dinheiro é para derrubar projetos que o prefeito apresentar à Câmara e tentar comprar votos dos demais vereadores.” Os agentes reforçam, ainda, ligações de Batista com o trafico de drogas.

Jagunços - A informação nº 00229 de 1977 define o pai de Blairo como um elemento político integrante dos ex-partidos PTB e PSD, vereador pelo PTB, com Francisco Kontorski e Arlindo Cavalca. Durante as atividades em uma serraria, logo que chegou à cidade, teria contratado o serviço de jagunços. “Conseguiu ficar rico e ludibriar tomando terras do cidadão Joes Fabris.” Em 1963, teria procurado um falsário, pegado dinheiro falso e distribuído na Argentina. No ano seguinte, acabou preso após tomar terras de algumas famílias. Chegou a mandar incendiar a casa de uma delas. Já Ferdinando Felice Pagot, ex-prefeito, é tido como agitador político. Depois de pedir o afastamento da Arena, teria comandado adeptos contrários ao partido. Maggi e Pagot têm origem no Rio Grande do Sul, mas ambos participaram do processo de interiorização e migraram para o oeste do Parana. André Maggi chegou com os filhos — Blairo ainda bebê — sem dinheiro. Virou vereador e presidente da Câmara Municipal de São Miguel do Iguaçu. O segundo prefeito da cidade foi seu primo Nadir Maggi. A relação entre os filhos não foi diferente.

Luiz Pagot foi secretario de governo de Blairo Maggi, coordenador de campanhas eleitorais e só conseguiu o cargo no Dnit pelo apoio do amigo. Pagot chegou a ingressar na carreira militar, mas pediu desligamento em 1982. A Marinha nega que ele tenha atuado em órgãos de repressão ou no serviço de inteligência. Procurados pela reportagem do Correio, nem Blairo Maggi nem Luiz Antonio Pagot retornaram as ligações. (Alan Rizzo, Correio Braziliense)

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Jurandir (20.07.2011 (15:41:49))
Sim Não Este assis ai não é o Sr. Davi assis nao viu, falei com ele ontem, e ele disse que alguem deve ter usado o meu nome dele para lhe prejudicar de alguma forma! Interativa, dá nome aos BOIS!
keit alves (20.07.2011 (14:04:21))
Sim Não e agora prefeito mauricio, como fica o sr.pagot que era para vc o homen mais hones9to de MT, depois de tanto roubo nao DNIT e com certeze no gov.blairo maggi, acorda agua boa.......
keit alves (20.07.2011 (14:02:35))
Sim Não e agora sr.prefeito maurição,como fica a sua relaçaõ com o sr. pagot, que era para vc o homem mais competente de MT, na sua visão, na verdade é competente em materia de corrupção e roubo, segundo a grande midia nacional, acorda agua boa....
Marco Malburg (20.07.2011 (01:34:48))
Sim Não Será que estas duas famílias não tem parentes no Vale do Araguaia?
Sara (19.07.2011 (17:43:18))
Sim Não Sempre tem os pucha saco para defender os ladrões de colarinho branco, esse assis deve ser parente, desses deputados, senadores e governadores não tem nem um santo não, são mais sujo que pau de galinheiro, o interesse deles não pelo povo e sim para aumentar seus patrimônios e o povo que se LASQUE e infelismente isso nunca vai mudar, prq sempre vai ter quem defenda esses ladrões disfarçados de gente boa!!!!!!!!!!!1
Assis (19.07.2011 (11:37:34))
Sim Não Que materia mais esquisita além de confusa e mal redigida.Cheira a armação e busca informações da década de 60 quando o Brasil vivia nas trevas da ditadura militar.Isso parece materia "encomendad a" com o objetivo de calunia.

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